Empresas não tem conseguido receber insumos e distribuir as mercadorias
A Mexichem Brasil, proprietária da Amanco, afirmou que um plano de contingência foi adotado em suas sete fábricas no país de forma a não paralisar as operações por conta da greve dos caminhoneiros. No entanto, as entregas de mercadorias aos clientes foram afetadas, pois, desde o início da semana, os caminhões da empresa estão parados, no aguardo da liberação das rodovias.
A Duratex, que detém as marcas Deca, Hydra e Ceusa, também não teve parada nas unidades fabris. Apesar disso, apontou que a greve está afetando a chegada de insumos importantes para a produção dos produtos de todas as marcas da companhia, além de impossibilitar a saída de produtos das unidades do grupo.
A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) informou que não fez um balanço da quantidade de unidades paradas nem dos impactos econômicos, mas admitiu que vê a greve dos caminhoneiros com muita preocupação em função do desabastecimento à indústria e à população.
Com O Tempo (MG)
A Mexichem Brasil, proprietária da Amanco, afirmou que um plano de contingência foi adotado em suas sete fábricas no país de forma a não paralisar as operações por conta da greve dos caminhoneiros. No entanto, as entregas de mercadorias aos clientes foram afetadas, pois, desde o início da semana, os caminhões da empresa estão parados, no aguardo da liberação das rodovias.
foto: Miguel Schincariol (AFP)
A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) informou que não fez um balanço da quantidade de unidades paradas nem dos impactos econômicos, mas admitiu que vê a greve dos caminhoneiros com muita preocupação em função do desabastecimento à indústria e à população.
Com O Tempo (MG)
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